Gringo Coin

Pagamentos transfronteiriços para visitantes estrangeiros e residentes brasileiros.

Gringo Coin é o produto voltado ao consumidor operado pela International Payment Solutions Ltda. Permite que visitantes estrangeiros fundeiem Reais brasileiros para gastar no Brasil via Pix, e permite que residentes brasileiros e empresas recebam pagamentos internacionais por meio de fluxos transfronteiriços em conformidade. O produto opera sobre infraestrutura regulada por meio de parcerias licenciadas com instituições brasileiras de câmbio autorizadas.

O que o Gringo Coin faz.

O Gringo Coin fornece uma camada voltada ao cliente sobre o sistema regulado brasileiro de câmbio. Os clientes mantêm saldos em moedas suportadas — Dólar dos EUA, Euro, Libra Esterlina, Dólar Australiano e Real brasileiro — e executam conversões e pagamentos pelo produto. Todas as operações de câmbio são executadas por um banco parceiro de câmbio autorizado pelo Bacen. A liquidação para destinatários brasileiros ocorre via Pix, o principal trilho de pagamentos brasileiro. O recebimento inbound a partir de contas estrangeiras utiliza trilhos bancários padrão, incluindo ACH, SEPA e transferências por wire.

O produto é desenhado para fluxos transfronteiriços comerciais legítimos. Não custodia nem emite ativos virtuais. Não facilita padrões de fuga de capitais ou operações que disparariam a alíquota mais elevada de IOF aplicável a saídas de capital. A arquitetura mantém a liquidação cambial integralmente sobre trilhos bancários regulados, em consonância com a direção sinalizada pelos reguladores brasileiros.

A quem o Gringo Coin atende.

O Gringo Coin atende a três segmentos primários de clientes. Cada segmento utiliza o produto para um propósito comercial distinto, e cada um representa um fluxo transfronteiriço legítimo que o arcabouço regulatório brasileiro apoia.

Visitantes estrangeiros no Brasil

Turistas, viajantes corporativos e nômades digitais que visitam o Brasil fundeiam saldos em Real brasileiro a partir de suas contas bancárias de origem e gastam esse Real via Pix enquanto estão no país. O produto substitui o atrito das casas de câmbio, das sobretaxas em cartões estrangeiros e das tarifas de saque em ATM por um único fluxo gerenciado. Foi o caso de uso original em torno do qual o produto foi projetado e segue sendo um segmento central de clientes.

Residentes brasileiros que recebem pagamentos internacionais

Residentes brasileiros que prestam serviços a clientes estrangeiros — freelancers individuais, consultores e exportadores de serviços PME — recebem pagamentos internacionais pelo produto. O cliente mantém um saldo em Real no Brasil enquanto fatura clientes estrangeiros em sua moeda preferida, e a moeda estrangeira é liquidada em Real pela operação de câmbio do parceiro. O payout via Pix permite ao destinatário brasileiro acessar os fundos com a velocidade e a conveniência do sistema bancário doméstico.

Empresas exportadoras brasileiras

Empresas e cooperativas brasileiras que exportam bens e serviços recebem pagamentos internacionais pelo produto. O segmento de agroexportação é particularmente interessante do ponto de vista estratégico, dada a posição do Brasil como líder global em exportação agrícola e os fluxos de câmbio consolidados nesse setor. Agroexportadores — cooperativas de soja, processadores de carne, casas de café, exportadores de açúcar, traders de frutas — possuem relações comerciais estabelecidas com compradores estrangeiros e demandam infraestrutura confiável de recebíveis transfronteiriços. O Gringo Coin atende esse segmento com o mesmo arcabouço regulatório e disciplina operacional que sustentam os fluxos de consumo de menor escala.

Como o Gringo Coin é construído.

O Gringo Coin opera como uma camada voltada ao cliente sobre a plataforma de infraestrutura da IPS. O produto em si é um aplicativo móvel que os clientes utilizam para manter saldos, executar conversões, enviar e receber pagamentos e visualizar seu histórico de transações. Por trás do aplicativo, os módulos de infraestrutura da IPS orquestram liquidação, verificação de identidade, monitoramento AML, reconciliação de tesouraria e registro de auditoria ao longo de todo o ciclo de vida da transação.

Todas as operações de câmbio são executadas por um banco parceiro brasileiro de câmbio autorizado pelo Bacen. O parceiro de câmbio executa a perna regulada de câmbio de cada operação transfronteiriça, aplica a alíquota varejo padrão do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e emite o comprovante de câmbio que o cliente recebe como evidência da operação. A IPS fornece a experiência voltada ao cliente e a infraestrutura que orquestra a operação; o parceiro de câmbio executa a atividade regulada.

Os saldos dos clientes são mantidos em moeda fiduciária em todos os momentos. Não há custódia de ativos virtuais. Não há tokenização dos saldos dos clientes. O produto não exige que os clientes mantenham ou interajam com ativos virtuais em nenhum ponto da jornada. O elemento de ledger distribuído da arquitetura — especificamente o Hedera Consensus Service, utilizado exclusivamente para registro de auditoria resistente a adulteração — é infraestrutura interna e não voltado ao cliente.

Construído dentro do arcabouço regulatório brasileiro.

O Gringo Coin está estruturado como produto voltado ao cliente dentro do arcabouço de correspondente cambial nos termos da CMN Resolução 4.935/2021. O banco parceiro de câmbio detém autorização do Bacen para operações de câmbio. A IPS não detém diretamente uma licença de câmbio e não executa a perna regulada de câmbio; o banco parceiro o faz. É o mesmo modelo que instituições financeiras brasileiras sérias utilizam para operar fluxos transfronteiriços por meio de relações de parceria.

O produto não envolve ativos digitais na jornada do cliente: a IPS não emite, custodia ou transfere ativos virtuais em nome dos clientes, e os saldos dos clientes são mantidos em moeda fiduciária em todos os momentos. A IPS não opera como Prestador de Serviços de Ativos Virtuais (PSAV) nos termos da Lei 14.478/2022 — veja nossa abordagem regulatória.

O onboarding dos clientes segue procedimentos completos de KYC, incluindo verificação de identidade, validação documental e screening de sanções. O onboarding de clientes pessoa jurídica adiciona procedimentos de KYB, incluindo verificação de beneficiários finais por meio dos cadastros corporativos brasileiros. O monitoramento de transações é contínuo, com padrões revisados frente às obrigações de AML e CFT, incluindo as que se desdobram em obrigações de reporte ao COAF.

Para uma descrição mais ampla do arcabouço regulatório da IPS, consulte a seção de Compliance.

Aquisição de clientes e detalhes de produto.

Esta página é a descrição institucional do Gringo Coin. Informações detalhadas de produto, onboarding de clientes, preços, downloads do aplicativo e suporte ao cliente são tratados nas propriedades voltadas ao consumidor:

  • gringocoin.com — Site em inglês para visitantes estrangeiros e residentes brasileiros que falam inglês
  • gringocoin.com.br — Site em português para residentes brasileiros e empresas brasileiras

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