Operando por parcerias autorizadas de câmbio.
A IPS opera como camada voltada ao cliente sobre parcerias com instituições brasileiras de câmbio autorizadas. O banco parceiro de câmbio detém autorização do Bacen para operações de câmbio e executa a perna regulada de câmbio de cada transação transfronteiriça que flui pela nossa plataforma. Essas operações estão sujeitas ao arcabouço brasileiro de câmbio eletrônico — Resolução BCB 277/2022, com as alterações da Resolução BCB 561/2026 —, que define os requisitos de informação, reporte e KYC/KYP que o parceiro observa. A IPS fornece a experiência voltada ao cliente e a infraestrutura de orquestração; o banco parceiro de câmbio executa a atividade regulada. Esse arcabouço opera sob a CMN Resolução 4.935 de 2021, que estabelece a relação de correspondente cambial entre operadores não bancários e instituições de câmbio autorizadas. A relação é o mesmo modelo utilizado por outras entidades financeiras brasileiras — incluindo grandes fintechs e empresas estabelecidas de serviços financeiros — para operar fluxos transfronteiriços por meio de parcerias com as instituições que detêm as autorizações subjacentes. A IPS não detém diretamente uma licença de câmbio e não executa a perna regulada de câmbio. O banco parceiro o faz; a IPS sustenta a camada voltada ao cliente que conecta os clientes à operação regulada de câmbio. Trata-se de escolha estrutural. O arcabouço permite que a IPS foque em engenharia e experiência do cliente, enquanto o banco parceiro fornece a infraestrutura regulatória que já existe dentro de sua autorização.